
A internet não para de inovar. Hoje, já é possível aprender idiomas online. Uma plataforma que vem revolucionando o ensino infantil no Brasil é a Preply. Nela, seu filho pode ter aulas particulares de matemática – RJ sem precisar sair de casa.
A tecnologia na infância
Segundo alguns terapeutas, a superexposição das crianças a celulares, iPad, internet e televisão tem relação com o déficit de atenção, impulsividade, atrasos cognitivos, dificuldade de aprendizagem e dificuldade de lidar com sentimentos de perda e de raiva. Outros problemas incluem a obesidade e a privação do sono, já que a criança passa muitas horas sentada e, em geral, usa a tecnologia dentro do próprio quarto. Há também o risco de as crianças se tornarem dependentes.
Diante dos resultados dessa e de outras pesquisas, a Academia Americana de Pediatria e a Sociedade Canadense de Pediatria impuseram limites para qualquer exposição das crianças a mídias. O ideal é fazer com que a criança se familiarize com as mídias somente após os 2 anos de idade e, ao entrar em contato com esse tipo de dispositivo, o tempo de uso deve ser limitado pelos pais. Até os 5 anos de idade, por exemplo, a criança só deve ficar até 1 hora em frente às telas. Esse limite pode aumentar para 2 horas entre crianças de 6 a 12 anos e para, no máximo, 3 horas entre crianças na pré-adolescência, ou seja, a partir dos 13 anos.
As crianças podem usar a internet e os meios tecnológicos para aprender e por em prática o que aprendem em sala de aula, por exemplo. Além disso, é sempre recomendável que os pais fiquem de olho no que os filhos estiverem vendo e, se possível, bloquearem alguns aplicativos ou sites desapropriados para elas. O mesmo vai para a televisão, o smartphone e os demais aparatos tecnológicos. Os problemas que o uso indiscriminado de equipamentos tecnológicos causa chega com a superexposição da criança e as consequências serão visíveis para a família.